Capítulo 2 - Vozes e Visões
Ele sentou na capela e chorou.
Chorou de cansaço, de angústia, chorou pelo sangue seco q manchava sua roupa e chorou de alegria por saber que sua obra tinha começado e que, através dela, ajudaria a humanidade. Acalmou-se e deitou em um dos bancos, tentando dormir. Foi quando ouviu, novamente o sussurrar de uma mulher.
...Os Imperadores...
Levantou rapidamente, tentando perceber de onde vinha o som e conseguiu perceber um vulto entrando em um dos confessionários da Igreja abandonada que ele tinha adotado como lar. Correu para lá, ansiando por encontrar aquela que havia lhe mostrado o caminho, mas tudo o que encontrou foi a pequena sala vazia. Quando estava quase desistindo, ouviu a voz novamente, agora atrás dele...
... Mate os Imperadores... Chegou a hora, mate os Imperadores...
Por um instante, pensou ver uma mulher de longos cabelos brancos mas, antes que pudesse firmar a vista, ela já havia desaparecido. Percebendo que ela não o deixaria dormir logo, resolveu sair para realizar o passo seguinte de sua obra. Era hora de ir atrás dos Imperadores, conforme as ordens da Voz. Colocou no bolso os instrumentos de sua glória, que havia encontrado dentro do confessionário da capela da primeira vez em que havia estado lá: a adaga e aquelas estranhas cartas, que junto com a Voz, guiavam seu destino.
A porta da Igreja bateu atrás dele quando saiu, ecoando uma longa gargalhada, no escuro da noite. Fez o sinal da cruz e dirigiu-se ao casarão, onde sabia que encontraria os Imperadores.
E então, talvez, ela o deixasse descansar, ao menos um pouco...
Chorou de cansaço, de angústia, chorou pelo sangue seco q manchava sua roupa e chorou de alegria por saber que sua obra tinha começado e que, através dela, ajudaria a humanidade. Acalmou-se e deitou em um dos bancos, tentando dormir. Foi quando ouviu, novamente o sussurrar de uma mulher.
...Os Imperadores...
Levantou rapidamente, tentando perceber de onde vinha o som e conseguiu perceber um vulto entrando em um dos confessionários da Igreja abandonada que ele tinha adotado como lar. Correu para lá, ansiando por encontrar aquela que havia lhe mostrado o caminho, mas tudo o que encontrou foi a pequena sala vazia. Quando estava quase desistindo, ouviu a voz novamente, agora atrás dele...
... Mate os Imperadores... Chegou a hora, mate os Imperadores...
Por um instante, pensou ver uma mulher de longos cabelos brancos mas, antes que pudesse firmar a vista, ela já havia desaparecido. Percebendo que ela não o deixaria dormir logo, resolveu sair para realizar o passo seguinte de sua obra. Era hora de ir atrás dos Imperadores, conforme as ordens da Voz. Colocou no bolso os instrumentos de sua glória, que havia encontrado dentro do confessionário da capela da primeira vez em que havia estado lá: a adaga e aquelas estranhas cartas, que junto com a Voz, guiavam seu destino.
A porta da Igreja bateu atrás dele quando saiu, ecoando uma longa gargalhada, no escuro da noite. Fez o sinal da cruz e dirigiu-se ao casarão, onde sabia que encontraria os Imperadores.
E então, talvez, ela o deixasse descansar, ao menos um pouco...


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